fraturas do rádio

O QUE SÃO?
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O osso mais frequentemente fraturado do punho é a porção terminal do rádio, que é o osso que ocupa a região lateral do antebraço. As fraturas do rádio distal correspondem a aproximadamente 1/6 de todas as fraturas atendidas em serviços de pronto-socorro. Apesar de comuns em todas as faixas etárias, destacam-se em duas situações: na infância, em que o osso está em desenvolvimento e apresenta regiões ainda não completamente ossificadas, e por volta da 5° e 6° décadas, quando a fragilidade decorrente da osteoporose torna a região mais frágil a traumatismos (especialmente quedas).

Fratura do Rádio


..........Uma vez que o mecanismo mais frequente dessas fraturas é a queda com o punho em extensão (“virado para trás”) e a mão espalmada, geralmente os fragmentos ósseos desviam-se para o dorso, conforme mostrado abaixo.

ASPECTO CLÍNICO

Fratura do Rádio - cirurgia da mão

RAIO X. A radiografia mostra o desvio dos fragmentos.

Fratura do Rádio - raio x



Alguns padrões de fratura ( Classificação Universal)

..........Vários são os padrões que a fratura pode apresentar. Para agrupar esses padrões e ajudar a orientar o tratamento, algumas classificações foram propostas, dentre as quais a apresentada abaixo

Fratura do Rádio - Tipos

QUAL É O TRATAMENTO?

..........No tratamento de uma fratura do rádio distal busca-se preservar a função, manter o movimento, evitar dor residual, impedir um desgaste precoce da articulação (artrose secundária), e se possível manter um aspecto estético aceitável. Para tal, o objetivo é a reconstrução da anatomia normal, através da restauração de alguns parâmetros anatômicos que já são bem estudados. As técnicas utilizadas para a reconstrução da articulação e estabilização da mesma até a consolidação final vão depender do padrão das fraturas, seus locais, das lesões associadas, e de fatores do paciente (idade, grau de osteoporose, atividade profissional e desportiva, doenças associadas, etc). Algumas vezes, o padrão da fratura permite o tratamento unicamente com imobilização (gesso e outros), porém em muitas situações é necessário um procedimento cirúrgico, em que o desvio da fratura é corrigido e então estabilizado por meio de implantes. Existe um grande número de implantes à disposição, incluindo pinos metálicos, sistemas de placas e parafusos, dispositivos de fixação externa e outros, que podem ser usados isoladamente ou em conjunto. O cirurgião vai definir, após análise de todas as variáveis, qual é o melhor método para cada fratura.

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